sexta-feira, 17 de julho de 2015

servidor de minecraft 1.7.2 com itens god, plots, loja, pvp, minas, rankups, eventos.

       OLA Hoje vou postar um server de minecraft novissimo na versão: 1.7.2


                     SERVIDOR: AXEPVP


                    IP:  axepvp.omgcraft.fr:12503

        Começamos pelo spawn. Para registrar-se basta digitar /register senha repitirsenha
EX /register 123456 123456
Depois de fazer isso só joga.
     
imagens do spawn:

No spawn vc pode encontrar tambem os portais dos
PLOTMES

quando vc entrar nele vai sair no lugar dos plots

Para ter um plotme basta digitar /plotme auto
ai vc vai ter seu plot




Da LOJA

Se vc entrar é teleportado para loja obvio

PORTAIS

Se vc entrar nesse vc se telestransporta para sala de portais

onde vc encontra portais de arenas e eventos

MINA
meio obvio né





nesse servidor tem sistema de Rankups. vc vai começar na classe escravo
RANKUPS:

ESCRAVO
LIBERTO
FERREIRO
AMADOR
ORIVES
GUERREIRO
NOBRE
REI
DEUS
TITAN
todos esse rank ups tem kit proprios
 para ver os kits disponibilizados
para vc /kits


sistemas de VIPS

vip 14 R$
vip+ 27 R$ e 64 centavos
vip++  R$ 55,29
vip ultra R$ 103,67

Para ver os warps digitem /warps




sexta-feira, 11 de julho de 2014

Finlandia rica na educação.

24/05/2013 06h00 - Atualizado em 24/05/2013 10h25


Professores possuem mestrado e têm liberdade para criar currículo.
Finlândia lidera rankings internacionais de qualidade de ensino.

Vanessa FajardoDo G1, em São Paulo
192 comentários
Universidade na Finlândia (Foto: AFP)Universidade na Finlândia (Foto: AFP)
O país com a melhor educação do mundo é a Finlândia. Por quatro anos consecutivos, o país do norte da Europa ficou entre os primeiros lugares no Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa), que mede a qualidade de ensino. O segredo deste sucesso, segundo Jaana Palojärvi, diretora do Ministério da Educação e Cultura da Finlândia, não tem nada a ver com métodos pedagógicos revolucionários, uso da tecnologia em sala de aula ou exames gigantescos como Enem ou Enade. Pelo contrário: a Finlândia dispensa as provas nacionais e aposta na valorização do professor e na liberdade para ele poder trabalhar.
Jaana Palojärvi esteve em São Paulo nesta quinta-feira (23) para participar de um seminário sobre o sistema de educação da Finlândia, no Colégio Rio Branco. A diretora do ministério orgulha-se da imagem de seu país "tetracampeão" do Pisa. O ranking é elaborado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), e aplicado a cada três anos com ênfase em uma área do conhecimento. No último, em 2010, o Brasil ficou na 53ª colocação entre 65 países. Uma nova edição do Pisa será lançada em dezembro.
Na Finlândia a educação é gratuita, inclusive no ensino superior. Só 2% das escolas são particulares, mas são subsidiadas por fundos públicos e os estudantes não pagam mensalidade. As crianças só entram na escola a partir dos 7 anos. Não há escolas em tempo integral, pelo contrário, a jornada é curta, de 4 a 7 horas, e os alunos não têm muita lição de casa. "Também temos menos dias letivos que os demais países, acreditamos que quantidade não é qualidade", diz Jaana.
A diretora considera que o sistema finlandês de educação passou por duas grandes mudanças, uma na década de 70 e outra em 90. A partir do início da década de 90, a educação foi descentralizada, e os municípios, escolas e, principalmente, os professores passaram a ter mais autonomia.
"Fé e confiança têm papel fundamental no sistema finlandês. Descentralizamos, confiamos e damos apoio, assim que o sistema funciona. O controle não motiva o professor a dar o melhor de si. É simples, somos pragmáticos, gostamos de coisas simples."
Jaana Palojärvi é diretora do Ministério da Educação da Finlândia (Foto: Vanessa Fajardo/ G1)Jaana Palojärvi é diretora do Ministério da Educação
da Finlândia (Foto: Vanessa Fajardo/ G1)
O governo também não costuma inspecionar o ensino das 3.000 escolas que atendem 55.000 estudantes na educação básica. O material usado e o currículo são livres, por isso podem variar muito de uma unidade para outra.
"Os professores planejam as aulas, escolhem os métodos. Não há prova nacional, não acreditamos em testes, estamos mais interessados na aprendizagem. Os professores têm muita autonomia, mas precisam ser bem qualificados. Esta é uma profissão desejada na Finlândia."
Os docentes da Finlândia ganham, em média, 3 mil euros por mês, em torno de R$ 8 mil reais, considerado um salário "médio" para o país. Para conquistar a vaga é preciso ter mestrado e passar por treinamento. O salário aumenta de acordo com o tempo de casa do professor, mas não há bônus concedidos por mérito. A remuneração não é considerada alta. "Em compensação, oferecemos ao professor um ambiente de trabalho interessante."
Os professores têm muita autonomia, mas precisam ser bem qualificados. Esta é uma profissão desejada na Finlândia"
Jaana Palojärvi, diretora do Ministério da Educação da Finlândia
Jaana diz que a educação na Finlândia faz parte de uma cultura, resultado de um trabalho longo, porém, simples, mas evita dar lições ou conselhos a outras nações. "Temos muitas diferenças em relação ao Brasil, que é enorme, somos um país pequeno de 5,5 milhões de habitantes. Na Finlândia não temos a figura do Estado, a relação fica entre governo, município e escola. O sistema é muito diferente. A Finlândia não quer dar conselhos, nós relutamos muito em relação a isso", afirma.
Mais do que o bom resultado do país no Pisa, Jaana comemora a equidade entre as escolas – também apontada pelo exame. "Para nós, é o mais importante. Queremos que as escolas rurais localizadas nas florestas, ou do Norte que ficam sob a neve em uma temperatura negativa de 25 graus, tenham o mesmo desempenho das da capital, das áreas de elite. E (este desempenho) é bem semelhante."
Entre todos os países testados pelo Pisa, a Finlândia tem a menor disparidade entre as escolas. O resultado tem explicação. Lá, os alunos mais fracos estão sob a mira dos docentes. "Os professores não dedicam muita atenção aos bons alunos, e sim aos fracos, não podemos perdê-los, temos de mantê-los no sistema."
'Tecnologia é ferramenta, não conteúdo'
Tecnologia também não é o forte das escolas finlandesas, que preferem investir em gente. "Não gostamos muito de tecnologia, ela é só uma ferramenta, não é o conteúdo em si. Tecnologia pode ser usada ou não, não é um fator chave para a aprendizagem."

A educação básica dura nove anos. Só 2% dos estudantes repetem o ano, o índice de conclusão é de 99,7%. O segredo do sucesso não está ligado ao investimento, segundo
Jaana, que reforça que o país investe apenas 6% de seu PIB no segmento. "O sistema de educação gratuito não sai tão caro assim, é uma questão de organização", afirma.
A diretora do ministério da Finlândia esteve na terça-feira (21) em uma audiência pública na Comissão de Educação e Cultura do Senado, em Brasília, para apresentar o modelo de educação do seus país aos parlamentares brasileiros.

Jaana Palojärvi, diretora do Ministério da Educação da Finlândia, apresenta o sistema finlandês em SP (Foto: Vanessa Fajardo/ G1)Jaana Palojärvi, diretora do Ministério da Educação da Finlândia, apresenta o sistema finlandês em São Paulo (Foto: Vanessa Fajardo/ G1)
obrigado queridas pessoas kkk -098!@#$%^&*()_}{"?><|||~ /'.'][][]=]-Fonte de pesuqisa / http://g1.globo.com/educacao/noticia/2013/05/pais-com-melhor-educacao-do-mundo-finlandia-aposta-no-professor.html

sexta-feira, 27 de junho de 2014

o desenvolvimento da escola




O lugar da educação no Brasil é uma rica questão a ser debatida em sala.


Segundo algumas teorias que pensam a educação, o professor deve sempre que possível salientar as questões do mundo presente. De fato, quando colocadas em prática, essas teses apontam que essa relação entre a escola e o cotidiano tem grande poder transformador na sociedade. Por meio de discussões simples é possível transfigurar o valor que a educação terá para as futuras gerações.

Acompanhando essa tendência, acreditamos que os professores, principalmente de Ensino Médio, valorizem a relação existente entre a educação e a configuração da sociedade contemporânea. Ultimamente, essa questão vem ganhando maior relevância na medida em que várias ações afirmativas do governo apontam para uma profunda remodelação nos padrões que norteiam a educação no Brasil. 

Para os alunos dessa fase do ensino, a perspectiva de adentrar o ensino técnico e superior acaba gerando uma série de questionamentos sobre qual carreira seguir e qual importância do avanço nos estudos. Mediante essa gama de questionamentos, onde muitos alunos nem sabem ao certo a importância do saber, sugerimos que o professor exponha a seguinte fala do economista Paul Singer:

“A correlação entre escolaridade e renda não indica uma simples relação de causa e efeito. É sabido que as oportunidades educacionais são escassas no Brasil e que na sua disputa os jovens das famílias abastadas levam grande vantagem. Na verdade, a pirâmide educacional reflete, com poucas distorções, a pirâmide de estratificação social e econômica. É claro que há possibilidade de ascensão em uma e outra, mas esses movimentos são antes exceção do que regra. (...) Transforma-se, dessa maneira, o sistema escolar num gargalo que antes impede do que estimula a mobilidade social ascendente.”

Levantando o fato de que essa declaração tenha sido feita no ano de 1973, o professor tem condições de levantar questões de grande pertinência. Segundo Paul Singer, o acesso ao conhecimento, na década de 1970, era organizado pela mesma lógica de exclusão observada no campo socioeconômico. Dessa maneira, apenas as pessoas com melhores condições financeiras teriam meios para se educarem e preservarem sua condição privilegiada.

Através dessa constatação, o professor pode sequenciar o debate sobre educação e desigualdade social problematizando essa questão no presente. Afinal de contas, qual seriam as medidas que poderiam ampliar o acesso à educação? Além disso, qual a eficácia das políticas públicas que hoje tentam melhorar a condição de vida dos cidadãos por meio da educação?

Com esses questionamentos, é logo fácil fazer referência às possibilidades, limites e outros desafios que a educação possui em nosso país. Abordando os programas de financiamento estudantil, a promoção de cotas nas universidades ou as avaliações do ensino brasileiro pode-se refletir junto à turma sobre quais os destinos da educação no país e qual o sentido da mesma em nossas vidas.



fonte de pesquisa:http://educador.brasilescola.com/estrategias-ensino/educacao-desenvolvimento-social.htm

obrigado pela visualizaçao marrrrroiiiiiiiiiiiiiiiii  <::)

terça-feira, 10 de junho de 2014

DEVILCRAFT SERVER DE MINECRAFT PARA 1.7.2

Galera agora nao e mais 1.5.2 agora e 1.7.2 e esta uma bosta
Galera hoje estou aq para fazer alguma coisa inves de tarefa de escolas vou divulgar um server chamado DEVILDRAFT O MELHOR Q EU JA VI .
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O IP é : 74.63.225.200.25666

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Tem mina, minavip, minapvp, arena pvp muito boe, sistema vip e vips muito baratos.
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FERRO 10 REAIS OURO 20 OU 15 EU ACHO DIAMANTE 30 REAIS PERMANTE ACHO
QUE E 50 REAIS EU ACHO DEVE SER MAIS BARATO COMO SOU BURRO
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SPAWN DIGITA /SPAWN /spawn
MINAPVP LIGADA POR PORTAIS QUE FICAM NO SPAWN
MINA DIGITA /MINA /mina
MINAVIP LIGADA POR PORTAIS QUE FICAM NO SPAWN
ARENA PVP LIGADA POR PORTAIS QUE FICAM NO SPAWN
E SE TIVER 40 ON-LINE TERA EVENTO P4 GRATIS :) APROVEITEM POR TEMPO LIMITADO
AGORA ESTA UMA BOSTA ESSE SERVER DEPOIS POSTO UM BOM CHAMACE INVITY CRAFT E VAI TER UM VIDEO ACOMPANHADO :)(:

domingo, 1 de junho de 2014

escola boa e escola democratica

GESTÃO ESCOLAR DEMOCRÁTICA


Abaixo, duas questões que considero fundamentais para que aconteça uma gestão escolar transparente e democrática:


  • Participação efetiva de todos os envolvidos com a educação na gestão escolar. Deve-se considerar que, para haver uma gestão escolar democrática, é necessário que seja posto em prática todas as diretrizes que direcionam esse trabalho, ou seja, o gestor deve ceder, dar a liberdade necessária para efetivar a participação de todos. 

  • Liderança capacitada, que estimule e envolva o grupo em prol da educação. Não é uma controvérsia, afinal de contas, é necessário que um líder estimule o grupo, há necessidade que alguém faça o papel de integrador e motivador. No entanto, sem centralizar poder. Afinal, no caso de uma gestão democrática, todos são responsáveis pelo sucesso da escola, todos tem responsabilidades.


quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

DEMOCRACIA: IMPORTÂNCIA DO DIÁLOGO


Sem dúvida, o diálogo é a forma mais coerente de se chegar à um objetivo comum, em se tratando de diferentes membros de um determinado grupo. Na educação, a gestão é a responsável em manter o diálogo, objetivando transmitir opiniões, solucionar conflitos e se chegar à um objetivo único que seja benéfico para todos.
Outro fator importante a ser destacado é a arte de interrogar e a paciência em buscar respostas, sendo de extrema importância para o bom andamento de um grupo que é democrático. Assim, todos os membros tem o direito de exporem idéias, falarem e serem ouvidos, da mesma forma que tem o dever de dar aos outros esse mesmo direito.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

GESTÃO DEMOCRÁTICA ESCOLAR

DEMOCRACIA tem como significado uma "forma de governo na qual o poder emana do povo". Partindo dessa idéia, pode-se dizer que a democracia na escola descentraliza o poder do gestor, dando a todos os envolvidos na educação responsabilidades e poderes. No entanto, o principal objetivo da democracia escolar é oportunizar a participação da comunidade educativa (alunos, pais, professores, funcionários, equipe gestora e governo), valorizando-a e inserindo-a. Dando oportunidade de ação para todos! 


sexta-feira, 16 de maio de 2014

Um Novo Modelo de Educação

A FGV-EESP desenvolveu um modelo inovador de educação, criando um 'ambiente de aprendizagem” em que o ensino tradicional (transmissão oral/verbal) é complementado por um conjunto de atividades voltadas para a prática, experimentação e incorporação permanente de conhecimento como parte de sua capacidade e habilidade mental.
Assim, o papel da Escola ultrapassa o de uma entidade de ensino tradicional. O aluno não é apenas um cliente que assiste aulas e lê textos obrigatórios para obter o diploma de um curso. Ao contrário, a Escola é um ambiente de aprendizagem e de formação do jovem, onde o objetivo das aulas é o desenvolvimento pessoal do aluno através da incorporação do conhecimento e principalmente da capacidade de utilizar este conhecimento.
O aluno é um elemento ativo num processo que envolve aprendizagem, experimentação e práticas, a fim de reinventar o conhecimento. Isto significa que, além das aulas, em que o aluno retém uma parcela pequena do conhecimento, ele também irá participar de um conjunto de atividades cujo foco é a aprendizagem, a experimentação.
Este processo se baseia em atividades realizadas em laboratórios, incentivando a pesquisa, o debate e a resolução de exercícios, problemas e casos reais. O aluno irá enfrentar situações em que desenvolverá o raciocínio lógico e crítico, aprimorando sua capacidade de aprendizagem.
Assim, para formar um profissional com excelência, não basta a garantia do perfeito domínio da competência técnica, mas é fundamental dar ao aluno uma formação calcada no compromisso nacional, no exercício da liderança, na ética e na orientação humanista.

site de busca= http://eesp.fgv.br/escola/um-novo-modelo-de-educacao
valeu meus nerds
***************) alejado

sexta-feira, 11 de abril de 2014

esperem q gostem

Escola precisa ser projeto de nação, não de classes sociais, dizem especialistas

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Da Redação
A educação é um projeto de nação ou das classes sociais brasileiras? É possível transformar o desempenho escolar dos alunos avaliados em testes internacionais em curto prazo? A escola brasileira precisa ser de tempo integral? Perguntas como essas foram analisadas e respondidas hoje por especialistas numa audiência pública da comissão temporária destinada a debater e propor soluções para o financiamento da educação no Brasil.
O consultor do Senado João Monlevade frisou que o fato de a classe média brasileira haver migrado para as escolas particulares é reflexo de a educação ter deixado de ser um projeto de nação para ser um ideal que varia de acordo com a classe social.
– Nos países desenvolvidos, a classe média confia na escola pública e matricula seus filhos nela - destacou.
Os efeitos da falha do Estado em priorizar a educação aparecem nos resultados de exames como o Pisa, o Programa Internacional de Avaliação de Alunos, segundo informou o pesquisador Marcelo Medeiros Coelho de Souza, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
Na última edição, os alunos brasileiros ficaram em 38º lugar entre os 44 países avaliados na área de raciocínio lógico. O desempenho dos estudantes brasileiros também é abaixo da média nos outros quesitos: leitura, ciências e matemática.
A senadora Ângela Portela (PT-RR), que presidiu a audiência pública, disse ser preciso apontar caminhos que impulsionem a qualidade do ensino.
– A posição do Brasil [no Pisa] não é nada invejável. Aliás, é muito preocupante – reconheceu a senadora, oriunda da carreira do magistério.
Marcelo Medeiros sustenta que um dos fatores que mais pesam no sucesso da educação está fora da escola: é relacionado ao grau de instrução e de conhecimento de ambos os pais, especialmente da mãe – tanto que, em geral, filhas de professoras têm bom desempenho escolar.
Baseado em estudos dos índices do Brasil de forma absoluta e comparada com outros países nos últimos 15 anos, o pesquisador do Ipea admite que há na fórmula de sucesso da educação um peso “gigantesco” da origem social do aluno, potencializada pelo fato de no Brasil o tempo diário da criança na escola ser pequeno e as férias serem extensas.
– A origem social tem um peso muito grande na qualidade da educação dos alunos. É preciso considerar a inserção das crianças em outros ambientes, porque elas passam mais tempo em casa, na rua, brincando fora da escola, ou em contato com os pais, família, vizinhos e amigos do que, efetivamente, no ambiente escolar. A maior parte da educação acontece fora da escola – sintetizou.
Por causa disso, Marcelo Medeiros sentenciou que  “não existe a menor possibilidade de o Brasil ter ensino de qualidade sem educação integral” e defendeu redução considerável do período de férias.
– Quando você mantém a criança na escola, suplementa o tempo em que ela não tem formação externa, principalmente se os pais e a comunidade não têm o que oferecer de conhecimento no lugar da escola.
Ele comprovou essa tese comparando estudantes na volta às aulas. Em famílias mais ricas ou que priorizam educação de qualidade para os filhos, as crianças progridem em conhecimento durante as férias. Por outro lado, famílias que não criam um ambiente desafiador e incentivador vêem seus filhos regredirem nesse mesmo período.
Investimento
Pela estimativa de Monlevade, ter a escola em tempo integral custaria no mínimo mais R$ 70 bilhões ao Estado. Para se ter uma ideia, no ano passado foram gastos R$ 250 bilhões na educação, sendo 75% desse montante aplicados na educação básica e o restante no ensino superior.
O consultor do Senado avaliou as formas de financiamento dessa escola mais integral e de maior qualidade e defendeu um aporte maior de recursos federais se o governo reformar a cobrança de quatro tipos de impostos.
O primeiro seria o Imposto Territorial Rural, que, na visão dele, é subcobrado. Depois, sugeriu o escalonamento do Imposto de Renda para aumentar a alíquota máxima e uma maior cobrança de impostos sobre grandes fortunas. Por fim, cogitou a volta da cobrança da CPMF, mas, em vez de saúde, o investimento seria integral na educação.
Outra forma de financiamento sugerida por ele é a obrigação de o bacharel formado em universidade federal retribuir o investimento do Estado pagando 2% de alíquota extra no seu imposto de renda diretamente para a universidade que cursou.
– O Brasil é um dos únicos países a oferecer educação superior federal sem qualquer cobrança de contrapartida dos alunos formados, que naturalmente têm um aumento real da sua renda após entrarem no mercado de trabalho.
Resultados
Os dois convidados foram céticos sobre uma mudança radical dos resultados dos alunos brasileiros no Pisa a curto prazo. Marcelo Medeiros foi enfático:
– O desempenho no Pisa combina a qualidade da escola que forma os alunos e a qualidade dos próprios alunos. Está dentro do controle das políticas públicas a meta de fazer a educação ser exemplar, mas ainda que isso acontecesse da noite para o dia, demorariam anos para esse melhor desempenho aparecer no Pisa.
Lembrando a importância do conhecimento dos pais na educação dos filhos, ele disse que há um “freio geracional” que faz 20 anos serem um tempo razoável para melhorar brutalmente a educação, embora os resultados não apareçam nessa mesma velocidade.
O senador Cristovam Buarque (PDT-DF) lembrou que, por isso, é preciso gastar na promoção de educação para os pais, colocar livros nas casas, criar um entorno favorável à educação. Durante a audiência, ele fez cálculos de como o investimento de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) mudaria a cara da educação nos próximos anos, a exemplo do que aconteceu na Coréia do Sul.

obrigado por mais um dia meus nerds :)(: